beterraba


Nome científico: Beta vulgaris
Família: Quenopodiáceas (Chenopodiaceae)
Nome comum: beterraba, beterraba hortícola
Origem: Europa
Descrição e característica da planta: a beterraba, descrita aqui, é a beterraba hortícola, que produz raiz tuberosa, de cor vermelha. Nos países de clima temperado, existem outras formas de beterraba: a açucareira e a forrageira, de grande importância econômica, e sem importância no Brasil. A beterraba hortícola é uma cultura anual, herbácea e produz uma raiz tuberosa, comestível, com formato esférico a globular-achatado e sabor bastante adocicado. Raiz tuberosa é a raiz principal adaptada para armazenar reservas de nutrientes, vitaminas e energia. As folhas têm bordas recortadas, coloração verde, na parte superior, avermelhadas, na inferior, e se apresentam em forma de tufo na parte superior da raiz tuberosa. Em culturas comerciais, as plantas não florescem, porque as raízes tuberosas necessitam de um choque de baixa temperatura para estimular o florescimento. As sementes comercializadas no Brasil são importadas. A planta se desenvolve e produz raízes tuberosas, de qualidade, em condições de temperaturas amenas a frio, solos férteis, ricos em matéria orgânica, boa drenagem e boa disponibilidade de água durante o ciclo da planta. O ciclo da planta varia em função de variedades, de 60 a 70 dias, do plantio à colheita. A propagação é feita através de sementes, plantadas diretamente no campo ou através de mudas com 5 a 6 folhas e 15 centímetros de altura, produzidas em estufa. Cada “semente comercial” contem 2 a 4 sementes verdadeiras.
Produção e produtividade: a produtividade média é de 30 a 40 toneladas de raízes tuberosas por hectare. No Brasil, os maiores produtores são os estados de: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Utilidade: a beterraba é consumida crua ou cozida e apresenta bom teor de proteína (3%) e de ferro (2,5 mg/100 g de produto cozido) (Fonte: Boletim 200 do IAC: Instruções Agrícolas para as principais culturas econômicas. Campinas, SP: 1998.396 p.). As folhas também são comestíveis e são ricas em vitaminas e sais minerais.



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